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O elevador não pára

E começou a Feira do Livro de Frankfurt – pra quem quiser seguir tudo no Twitter, inclusive em outros idiomas que não oinglês,pesquisa por #FBF10. Ontem tivemos todo o cerimonial de abertura, que provavelmente você já leu no PublishNews, mas hoje as portas da feira se abriram definitivamente para o público.

Uma multidão que faz o metro de São Paulo às 17h ter um concorrente à altura! E comecei bem o dia: o trem do hotel para o centro da cidade parou por uns cinco minutos, não consegui entrar no metrô para chegar à Messe e acabei chegando 5 minutos atrasado ao Brasilian Business Breakfast, onde dei um overview dos players do mercado digital no Brasil.

Bom: apresentação feita, suor enxugado, e tenho agora um dia não muito cheio pela frente, penso que vou poder conhecer um pouco da minha primeira FBF. “Sonho meu, sonho meu; vai buscar quem mora longe, sonho meu…” – lembra da Marron cantando isso? Pois é, ficou no sonho a ideia de que teria algum tempo.

Ao final da apresentação, várias pessoas vieram conversar, surgiu uma nova reunião, mais uma ali, outra apresentação/palestra… olho no relógio e já são quase 17h! Vixi, estou no pavilhão 4 e tenho um evento no 8. Se você nunca veio à Feira, talvez não consiga imaginar o que é isso. Mas pra quem mora em São Paulo (ou conhece a cidade um pouco), pense em andar a Av. Paulista do Paraíso à Consolação. É mais ou menos isso…

Às 18h30 dou uma passada final no estande do Brasil, e tenho o prazer de reencontrar os meus amigos Ubiratan Brasil e a Isabel Coutinho. Pena que foi muito corrido porque cada um tinha que aproveitar a sua carona e também ainda escrever para seus jornais. Mas foi bom revê-los. Ah! E ainda conheci o Guilherme, do Globo. Ainda vamos nos encontrar para um café por aqui.

E depois de um dia que nem vi passar, a noite foi maravilhosa com meus amigos, que me convidaram para jantar no Flemings Club. Uau! Que lugar maravilhoso. E uma vista muito bonita da cidade. Mas o chique mesmo é o elevador: ele não tem parada. O lado direito desce e o esquerdo sobe. Faz isso de forma lenta e você entra e sai em movimento. Ficamos “brincando” e tirando fotos como verdadeiras crianças. Mas o que é a vida sem uma boas risadas? Mesmo que pareçam bobas aos outros. Eu me diverti e meus amigos também.

E a noite terminou no Franfurter Hof. Aqui o mundo editorial frankfurtiano se encontra nas noites pós FBF. Quem não veio ainda, não pode perder o próximo ano. Quem já veio, espero encontrar de novo. E quem está por aqui, a gente se encontra – ou não, pois pode ser meio difícil num lugar tão grande – ainda esta ano e come um “genuíno” cachorro quente alemão (pra falar a verdade, não sei nem se a salsicha desses é alemã mesmo!).

Continuamos firmes no Twitter, no Facebook, na newsletter e no site. Ufa! Tá pensando que cobrir a Feira de Frankfurt é só salsicha e cerveja? Aqui o elevador não para – um desce e outro sobe. O tempo todo.

A gente se vê!

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Categorias:Feiras, Frankfurt
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