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PublishNews 30 horas – e não é banco!

É isso. Foram 30 horas de viagem de São Paulo a Colônia. Foi um verdadeiro teste de resistência paras as partes sentantes… mas, como dizia meu velho pai, “entre mortos e feridos salvaram-se todos”!

Já dormi, acordei, tomei um delicioso café na casa do meu amigo Theo Roos e passamos um belo dia andando pela cidade de Colônia. Tem até um álbum com mais de 150 fotos do dia, que você pode dar uma olhada.

Posso dizer que as 30 horas – graças à Ibéria – tiveram a sua compensação (mas nunca mais voo com eles!). E o “papai do céu”, ajudou bastante também: um dia lindo, depois de ontem ter sido um dia bem feio e chuvoso por aqui.

Digo “por aqui” porque escrevo direto da casa do Theo, um agradável apartamento de cobertura, ao lado de dois

parques e com um terraço donde avisto as duas torres da Dome Cathedral. Entendi perfeitamente quando ele me contou que ao conhecer este apartamento, pensou: “Este é o lugar onde preciso morar.”

Nosso dia foi uma delícia. Tomamos café juntos – Theo, Madeleine (a esposa), Lili (a filha de oito anos) e Rapha

el (o caçula de dois anos e meio). Depois, Lili foi pra casa de uma amiga e fomos caminhar por Colônia – Köln, como dizem os alemães. Uma cidade que foi reconstruída quase totalmente após duas Grandes Guerras, sempre tem alguma história pra contar. Ou muita. Como não tínhamos muito tempo, e hoje era domingo, portanto quase tudo estava fechada exceto lugares para se

comer e beber, o dia foi de muito papo.

E hoje era também o dia da tradicional Maratona Anual de Colônia, que rola todo primeiro domingo do mês de outubro. Ah!, é claro que do terraço (e da sala de jantar) do apartamento do Theo também dava para acompanhar uma parte do trajeto, quando os competidores passam pelo parque. Vimos os corredores iniciantes, que na verdade correm só “metade”, depois

uma corrida de rollarbles e, finalmente, os atletas de verdade. Saímos da casa quando já corria a última turma, a dos profissionais. Por duas ou três vezes precisamos mudar o nosso trajeto por causa dos corredores, mas foi legal porque a cidade estava animada e cheia. Achei até uma “supermini bateria de escola de samba”, que tentava fazer um som à Olodum em terras germânicas, para animar os competidores. E não é que os caras mandaram direitinho? Sem exageros, é claro.

E o nosso dia fluiu por entre fotos, conversas, cafés, kölsch e Schweinebraten. Um dia ensolarado, emoldurado por prédiosantigos, muitas igrejas romanas e a famosa gótica catedral Dome. Por todos os lados, muita história escrita em imagens, formadas pelas belas construções. E tudo banhado pelo Reno, rota fluvial de grande importância econômica para toda a Europa, que começa na Suíça e vai chegar ao porto holandês de Roterdã. Terminamos o dia no “Sion Brauhaus”, falando do valor de não se querer dominar cada segundo da vida, mas deixar o tempo fluir e nos levar a momentos tão bons como esse dia que passamos.

Amanhã vamos conhecer a livraria que, segundo o jornal britânico The Guardian, é a livraria mais bela do mundo, na cidade holandesa de Maastricht. Depois conto pra vocês e mostro as fotos. Sigam o @publishnews e o @ricardo_costa no Twitter que ficarão sabendo das coisa mais rápido ainda.

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Categorias:Feiras, Frankfurt
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